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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Link dos Videos do Novo Volvo FH


Para ver no youtube clique no icone do youtube no canto do video.





Esse novo FH foi flagrado  em testes aqui no Brasil, mas será que vai vim para o Brasil ou vão fazer igual o Actros MP4?

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http://www.youtube.com/user/VolvoTrucks/videos

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Volvo mostra a cara do novo volvo fh

A atenção não é dada ao caminhão e sim à travessia da corda mas dá pra ver detalhes,
veja o video abaixo.

Até R$ 650 mil: veja os maiores caminhões que rodam no País


Mesmo o caminhão sendo o principal meio de transporte de mercadorias no Brasil, as vendas de novos modelos ficaram praticamente estáveis em julho. Segundo dados da Fenabrave - associação que representa as concessionárias de veículos - as vendas de novos caminhões subiram apenas 0,14% no mês ante junho. Porém, na categoria de caminhões pesados, julho registrou 3.277 unidades vendidas, alta de 3,70% na comparação com junho.
Com as vendas em alta, o Terra levantou os maiores caminhões comercializados no País - veículos que chegam a 176 t na Capacidade Máxima de Tração (CMT) e têm valores iniciais que chegam até R$ 650 mil. Confira os maiores caminhões do Brasil:
1 - Iveco Trakker 410T48
O maior caminhão do País em capacidade de carga é o Trakker 4108T48, da montadora Iveco. O veículo pode transportar até 176 t em condições especiais. O motor que tira o modelo da inércia é de seis cilindros, que gera uma potência de 480 cv.
2 - Scania R 620 V8
A segunda colocação é ocupada pelo R 620 V8 da montadora Scania. O modelo possui CMT de 150 t, puxados por um motor de 16 l e oito cilindros em V. O preço inicial deste veículo é de R$ 650 mil.
3 - Mercedes-Benz Actros 4844 K
O terceiro lugar fica com o modelo da Mercedes-Benz. O Actros 4844 K tem capacidade para tracionar 123 t, com um motor que gera 435 cv de potência, mas em uma velocidade máxima de 79 km/h. O preço inicial do veículo também fica com o segundo lugar, com R$ 625 mil.
4 - Volvo FH 540
O caminhão da montadora sueca Volvo tem CMT de 100 t. Já o preço inicial do veículo é de R$ 508 mil. Segundo a Volvo, o eixo traseiro do veículo não possui redução nos cubos e é dotado de uma carcaça fundida, que permite um caminhão mais durável e com menor nível de ruído. Já o motor possui 6 cilindros, gerando até 540 cv de potência.
5 - MAN TGX 29.440
O caminhão da MAN é destinado ao transporte rodoviário de médias e longas distâncias e também indicado para o transporte de cargas de médias e altas densidades, informou a montadora. Ao todo, a CMT do modelo é de 80 t, sendo que o preço inicial é de R$ 422 mil.
6 - International 9800i
O caminhão da montadora americana International tem capacidade máxima de tração de 78 t. O veículo possui um motor Cummins ISM, de 11 l que gera 410 cv de potência. Já o preço é de R$ 440 mil iniciais.
7 - Sinotruk A7 460
A montadora chinesa afirma que o A7 460 é destinado ao transporte de longa distância com cargas pesadas. O caminhão possui CMT de cerca de 70 t, puxado por um motor quatro tempos e seis cilindros ¿ que gera 410 cv de potência. O preço do A7 460 é de R$ 340 mil iniciais.
8 - Ford Cargo 3133
O maior caminhão da montadora americana Ford é o 3133. O veículo, que custa a partir de R$ 298 mil, possui CMT de 63 t. O motor é Cummins Euro 5 ISL 8.9 l, de 6 cilindros e desenvolve 334 cv de potência.
FONTE: Terra 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

FILME “À BEIRA DO CAMINHO” MOSTRA VIDA DE CARRETEIRO

Vida na estrada é o pano de fundo da história de João, um homem que encontra na estrada uma aliada. Caminhão Volvo é uma das estrelas do longa metragem

Com estreia marcada para o dia 10 de agosto em cinemas de todo o País, o filme À Beira do Caminho - nova produção do diretor Breno Silveira, de 2 Filhos de Francisco - conta a história de João, um homem que encontra na estrada uma saída para esquecer os dramas de seu passado. Seu caminho se cruza com o de Duda um menino em busca do pai que nunca conheceu.
“À Beira do Caminho é, sobretudo, a história de um homem reaprendendo a amar. Ele tem a capacidade de falar, sinceramente, como são importantes todas as relações de amor que a gente constrói na vida. Apesar de toda a história dura, é um filme que fala de todas as relações de amor possíveis: entre homem e mulher, entre amigos, entre pais e filhos. Fala da importância da paternidade mesmo que distante. É um filme feito com o coração para ser assistido com o coração”, diz Silveira.
O filme é estrelado por João Miguel, Dira Paes, Ângelo Antônio, Denise Weinberg, Ludmila Rosa e o menino Vinicius Nascimento. Além disso, a trama tem como uma das estrelas o caminhão Volvo, modelo VM. O veículo é a casa de João, é onde ele se refugiou e está presente o tempo todo nesta história sobre o resgate da vida e da esperança. “Já tinha dirigido um caminhão no meu primeiro trabalho no cinema, mas não durante tanto tempo. A gente se deslocou muito, tive que dirigir bastante, como se fosse um caminhoneiro. O filme tem essa metáfora com a estrada, ela vai te levando. A estrada pode te matar, como pode te salvar. A partir desses encontros o João se transforma”, conta o ator João Miguel.
O Volvo VM utilizado no filme é um 6x2 rígido com 260cv de potência. “Optamos pelo VM para protagonizar o filme por ser um caminhão versátil, apropriado para rodar tanto em áreas urbanas quanto em rodovias, em trechos de média e longa distância”, afirma Daniel Homem de Mello, gerente de marketing de caminhões da Volvo.
A gerente de comunicação corporativa da Volvo, Solange Fusco, destaca ainda que o filme aproxima a marca de um público estratégico para a empresa: o motorista. “Vimos no filme uma excelente oportunidade de valorizar os motoristas de caminhão, já que a história retrata um pouco da realidade nas estradas de forma bastante sensível”.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Busca por Euro 3 derruba vendas de caminhões no primeiro quadrimestre


O mercado de veículos comerciais passa por um momento bastante delicado. A troca da tecnologia de controle de emissões do Euro 3 para o Euro 5, de acordo com regulamentação do Conama através do Proconve P7, aumentou o preço de caminhões entre 8% e 15%, fato que antecipou as vendas de veículos no fim de 2011. Contudo, no primeiro quadrimestre deste ano, o que se verifica é que os transportadores ainda buscam caminhões com motorização Euro 3.

De acordo com dados divulgados hoje pela Anfavea (Associação dos Fabricantes de Veículos Automotores) o setor registrou queda de 8,1% (de 53.013 para 48.745) nos emplacamentos de caminhões na comparação do primeiro quadrimestre de 2012 com o mesmo período em 2011. As principais marcas do mercado tiveram redução de 5,5% a até 24,2% nas vendas. Entretanto, verificou-se crescimento de 599,4% (de 163 unidades entre janeiro e abril de 2011 para 1.140 até o fim do quarto mês de 2012) nas vendas de caminhões importados (Sinotruck, Foton e Towner, marcas cuja rede de revendas ainda têm caminhões Euro 3 em estoque).
Fabricantes que só possuem caminhões Euro 5 em estoque parecem encontrar grande dificuldades para vender estes produtos. A Scania, por exemplo, apresentou retração de 24,2% neste quadrimestre comparado com o mesmo período do ano passado. A companhia sueca deixou a vice-liderança do segmento de pesados após reduzir as vendas no setor em 27,7% (de 4.069 para 2.942). De forma geral, os pesados caíram 15,2% (de 16.350 para 13.871).
Entre os semipesados, a maior queda em porcentagem foi da Iveco, com 26,3% (de 1.488 para 1.097). A MAN Latin America teve a redução mais expressiva em números absolutos, caindo de 6.710 para 5.933. Neste segmento, a Volvo foi a única que apresentou crescimento, de 6,3%, após emplacar 1.583 caminhões semipesados em 2012 contra os 1.489 vendidos no ano passado. O setor caiu 9,3%, de 18.306 para 16.602.
Já os caminhões médios tiveram crescimento de 5,4% (de 4.222 em 2011 para 4.448 neste ano), puxado pela líder do segmento, a MAN, que vendeu 2.441 de janeiro a abril de 2012, 46 unidades a mais que em 2011, e pela Iveco, que entrou no setor com o Vertis e vendeu 485 veículos neste ano. A Mercedes-Benz faturou no período 200 veículos a menos, tendo expressiva queda de 23,1%.
O segmento de leves também apresentou redução entre janeiro e abril, de 6,6% (de 11.813 em 2011 para 11.034 neste ano), número que teve grande colaboração da Ford. Com queda de 21,2% (de 3.340 para 2.631) no emplacamento, a marca deixou a vice-liderança do setor para a Mercedes-Benz, que cresceu 7,3% (de 3.002 para 3.222).
Entre os semileves, novo crescimento. Depois de ter 3.322 emplacamentos entre janeiro e abril de 2011, o setor observou um aumento para 2.790 unidades faturadas no mesmo período de 2012. Aqui, de acordo com dados da Anfavea, as marcas importadas foram as grandes responsáveis pela alta, pois venderam 722 unidades no ano, contra nenhuma vendida em 2011.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Marca Seuca lidera vendas de Euro V



Durante o primeiro trimestre do ano, a Auto Sueco São Paulo respondeu por 25% das vendas de caminhões e ônibus Euro V da Volvo no período. “Apesar de o mercado em geral apresentar uma atividade baixa, esgotamos rapidamente nosso estoque de Euro III e já tivemos um considerável volume de vendas de Euro V”, destaca Mário Oliveira, diretor-superintendente da Auto Sueco São Paulo.
No período, a empresa comercializou cerca de 100 dos cerca de 400 caminhões Euro V comercializados pela Volvo nos três primeiros meses do ano. O mercado em geral absorveu cerca de 1.000 caminhões com a nova motorização.
“A qualidade dos caminhões da Volvo, com maior desempenho e durabilidade, aliada à nossa estratégia foram responsáveis pelo início de ano positivo em nossas concessionárias. Os grandes empresários estão aderindo melhor à ideia de usar caminhões com selo verde e a transição do Euro3 para o Euro5 tem sido gradual”, acrescenta Fernando Ferreira, diretor comercial de vendas e pós-vendas.
FONTE: Transpoonline

terça-feira, 10 de abril de 2012

Caminhões e ônibus: estratégias mantidas


Oscilações mercadológicas e industriais não mudaram em nada as estratégias de compras dos principais fabricantes de veículos pesados no Brasil para este ano. Eles compareceram ao III Fórum da Indústria Automobilística, no Golden Hall do WTC, nesta segunda-feira, 9, em São Paulo (SP). O planejamento (desenhado no ano passado e que já previa queda acentuada nas vendas neste início de ano) está mantido, segundo representantes da área de compras das montadoras com atuação nacional, que projetam para este ano mercado similar ao de 2010, com retração de 15% ante 2011. 


Apesar da manutenção das estratégias, o clima não é tão calmo como parece e diversas negociações com foco na redução de preços dos fornecedores ocorrem de forma intensa em toda a cadeia. “Se eles não baixarem os preços ficará difícil comercializar um produto até 20% mais caro como o Euro 5. E, se não vendo, também não compro. O mais importante é que os fornecedores entenderam a necessidade do momento e já trabalham em inovações e soluções que nos permitam equilibrar o jogo”, afirma Douglas Sartori, da área de compras da Agrale. 


Na visão de Jefferson Manecolo, da Mercedes-Benz, o grande gargalo está na forma como os fornecedores tier 2 fazem a gestão de seus negócios. “É preciso um amadurecimento nesse sentido”, cobra o executivo. De acordo ele, nada foi alterado no esquema de compras da companhia e as aquisições continuam respeitando prazo de três meses de antecedência. A única diferença fica por conta da mudança no mix de produção, com os modelos Euro 5 representando, hoje, 80%. 
Na Volvo, entretanto, o enfraquecimento do mercado já começa a modificar a programação. “Em virtude dessa queda um pouco mais elevada do que a esperada, estamos segurando um pouco as compras de determinados componentes. Mas acredito que o cenário deva se normalizar a partir do segundo semestre e teremos um ano dentro do esperado”, explica Dalton Abdalla, da Volvo. Para o executivo, a falta de investimento na cadeia de suprimentos, cujo nível de automação ainda é bastante baixo, dificulta as ações em momento como o atual. “O aporte em tecnologia e inovação por parte dessas empresas é muito abaixo do ideal. Temos de mudar essa situação para que a competitividade não vá embora.”